Una mujer “muerta” vuelve a su casa una semana después de su propio funeral
(escrita en portuñol, con perdâo)
Belo Horizonte, norte do Brasil.
Uma garota de dezoito anos
a todos sorprendeu, proprios e estranos.
Sâo loucuras da idade juvenil.
Ninguên lhe roubaria o mes de avril,
pensou, perto; e fugiu dos seus paisanos
com o noivo. Folgaram como enanos,
infatigáveis, tiraram polvos mil.
A família buscou por hospitais.
Num corpo de garota baleada
reconheceram-la ao fim, com grande dor.
Apareceu, depois dos funerais,
ela, alegre, pimpante e bem folhada.
Voltou a morta: e tem muito boa cor.
30.09.2006
Belo Horizonte, norte do Brasil.
Uma garota de dezoito anos
a todos sorprendeu, proprios e estranos.
Sâo loucuras da idade juvenil.
Ninguên lhe roubaria o mes de avril,
pensou, perto; e fugiu dos seus paisanos
com o noivo. Folgaram como enanos,
infatigáveis, tiraram polvos mil.
A família buscou por hospitais.
Num corpo de garota baleada
reconheceram-la ao fim, com grande dor.
Apareceu, depois dos funerais,
ela, alegre, pimpante e bem folhada.
Voltou a morta: e tem muito boa cor.
30.09.2006