Primeiro, aburrido, conectei-me ao messenger despois de moito tempo, e entre outros, ali estava Zezinho, quem me explicou que estava para ir à casa de Pulga a facer umha image corporativa. E claro, eu apontei-me.
Ao chegar ali, colapso no garage e moito rock'n'roll.

Quando já estávamos fartos de escoitar tanto garage e ver estupendos videos musicais, decidimos ir ao Froiz a pilhar algo de comer, e por consenso pilhamos Rufles, cheetos e zuminhos de laranja (si, esses que venhem com palhinha), mas polo caminho agardou-nos umha sorpresa, e nom foi outra que atopar-nos umha espêcie de lhama na rua, situaçom ante a que nom duvidamos em fotografiar-nos.


Finalmente e já de volta no zulo, degostamos umha maravilhosa peli "only for freaks": Plan 9, onde é possível misturar extraterrestres invasores, zombis e diálogos surrealistas mentras vemos a umha mulher passar cinco veces polo mesmo sítio mentras fuxe de um zombie. Inefável.

Pola Europa dos trabalhadores, pola democracia participativa.
Visita este link.
entroido.zip
E como mostra, um botom.

Dentro de pouco porei algumhas fotos do entroido.

Graçasao meu colega Adriao (aka madirdmemata) recordei que etamos de aniversário. Concretamente é o V aniversário da excursom a Madrid que fixemos em COU, viage irrepetível e de maravilhosas experiências.
Na viage de ida puidemos ver a película "La pistola de mi hermano" dirigida polo escritor Ray Loriga, onde o único bom era a sua banda sonora nom original. Eu afoguei as minhas misêrias graçasa umha casete da Velvet Underground emprestada pola mestra de debuxo, Marga, umha tia de puta nai que acabou o cursa cabreada comigo.
Já em Madird puidemos comprobar a pouca hospitalidade dos madrilenhos (polo menos os do hotel), o difícil que é atopar umha bocataria na avenida da Florida, e como Monchito é capaz de chamar três veces seguidas a Telepizza e que lhe colguem o teléfono das três. Isso sim, ao final tivemos pizzas. Tamém comprobamos a possibilidade de durmir oito pessoas em três camas, e a posibilidade de nom durmir tamém. Blasfemamos (mais bem flemamos) na capilha de Sam António de la Florida (onde havia uns horríveis frescos de Goya) e enchemo-nos de arte e inspiraçom no Museu Reina Sofia. Descobremos Malasanha e o Metro, e fixemos um percorrido exprês polo Escorial.
A volta, ..., da volta nom me acordo.
PS: a fotografia da Torre Picasso glorifica a momento no que mentres pousávamos ante a Torre para tirar umhas fotos, um garda de seguridade saiu de dentro para proibir o acto.

Mentres nom acabem os exames, a minha cabeça nom me dá para mais.